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On domingo, 19 de dezembro de 2010
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On quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
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On terça-feira, 21 de setembro de 2010
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On segunda-feira, 9 de agosto de 2010
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On terça-feira, 3 de agosto de 2010
A Integra Support começou a trabalhar no meu 500 há relativamente pouco tempo, em vez de me alongar muito em explicações deixo-vos algumas imagens do meu carro que era novo, aconselho as pessoas mais sensíveis a não verem as mesmas porque podem ser consideradas chocantes (só não são para mim porque de alguma forma consigo imaginar o produto final)...
Vou continuar a aguardar por novos desenvolvimentos em relação ao meu escorpião e vou-vos mantendo informados.
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On segunda-feira, 21 de junho de 2010
Finalmente o meu Fiat 500 Abarth R3T vai entrar em fase de preparação, prometo algumas fotos das várias fases do projecto, bem como as últimas noticias em relação à evolução do mesmo.
Esta foto é do interior do Fiat 500 Abarth R3T preparado pela Abarth para o troféu que decorre neste momento em Itália.
Vamos ver como fica o meu, sendo que aquele display Magnetti Marelli, não deverá estar presente (com muita pena minha), já pensei em criar uma conta de solidariedade para ver se consigo comprar este da Stack...
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On quinta-feira, 17 de junho de 2010
Já não vejo a hora de andar a fazer ralis numa coisa destas...
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On quarta-feira, 2 de junho de 2010
O Abarth 500 que participou no Verde Pino foi o carro escolhido para o projecto do Open de Ralis 2011 a preparação do mesmo irá estar a cargo da Integra Support e do Team Manager (TM), mas e o piloto também não tem que ter preparação ?? Foi em forma de resposta a esta pergunta que o TM arranjou forma do Cinquecento participar como viatura de segurança no Rali de Vila Nova de Cerveira, o Nuno Pombo meu colega de equipa no Desafio também participou em Fiat Punto HGT, para também ele ver se os ralis lhe correm dentro das veias.
Nos ralis o ambiente é bem mais descontraído e parece haver uma camaradagem diferente daquela que se sente nos circuitos (talvez seja por não andarem juntos em pista e por vezes a olharem-se olhos nos olhos), a luta é muito mais com o cronómetro e devo dizer que me estimula bastante o facto de dentro do carro irem sempre dois a puxar para o mesmo lado (leia-se para a frente e depressa de preferência)...
O TM tratou de encontrar um navegador destemido e com vontade de andar depressa num carro sem roll-bar, sem suspensão, sem travões, com caixa e motor de origem e com um piloto sem a experiência necessária para poder lidar com estas variáveis todas, mas o Jorge Lopes (Jorginho para os amigos) lá aceitou o desafio e meteu-se dentro do Abarth com os cintos sempre muito apertados não fosse alguma coisa dar para o torto.
O sábado foi dia de reconhecimentos para tirar notas e das primeiras passagens nos troços , se há estradas que deviam de ter portagens, estas por onde passa o rali de Cerveira deviam de ser umas delas por tão espectaculares que são os troços e as paisagens.
Como primeiro carro na estrada (sem equipamento sonoro e pirilampos em cima do carro) sabíamos que teríamos de andar sempre uns furos abaixo do ritmo que gostaríamos, ainda assim tínhamos que ver em que posição um Abarth 500 Essesse completamente de fábrica conseguiria ficar no meio dos 94 participantes e tinhamos que chegar com a lata inteira ao final, até porque bater sem ser a valer não só é uma estupidez tremenda como ainda por cima sai caro!
O rali era composto por 7 PEC's a primeira das quais uma super especial que se corria no sábado e que não tivemos oportunidade de fazer por causa de um acidente que fez cair um poste de iluminação no meio da estrada (ninguém se magoou mas o carro ficou num rico estado).
Ainda no parque de assistência o Abarth 500 cedo começou a captar a atenção de todos os presentes, facto que não me era estranho, também a julgar pelas opiniões dos clientes a quem vendi cinquecentos de corrida que dizem que o carro desperta a atenção das pessoas como nenhum outro carro que tinham tido até então. Desculpem a falta de humildade em relação aquele que vai ser o meu cavalo de corridas, mas mesmo sem decoração, nem preparação o carro chama mais a atenção do quase todos os outros carros presentes em prova...
Lá arrancamos para o rali propriamente dito no domingo, sempre com alguns problemas óbvios de aquecimento da suspensão e de falta de rigidez da mesma a obrigarem-nos a moderar o ritmo principalmente nas estradas com o piso mais irregular.
Também a ajudar à festa e para começarmos bem o rali o carro dos observadores da FPAK estava parado no meio da tomada de tempo da 2ª PEC e se a estrada não é larga, no meio das células só com muito jeitinho e alguma sorte é que passam dois carros, para além disto a célula ficava 30 metros depois de uma curva cega e em que a nota era "Direita 3+ é boa acredita, acredita!", obviamente que chegámos lá depressa demais e dava para fazer pouco mais do que uma bela tangente que provocou um calafrio no meu navegador e acima de tudo nos observadores da FPAK que a partir daí fizeram questão de estar parados em todas as tomadas de tempo seguintes da mesma forma...
Até ao final do dia os minutos passam a correr e chegámos ao fim do rali com a sensação de que agora é que devia começar... deve ser sinal que nos divertimos e que outro dos objectivos principais foi atingido.
Se estivéssemos a participar no rali tínhamos ficado com o 23º lugar geral, que com as condicionantes todas com que nos apresentámos à partida até foi um bom resultado, bem acima do meio da tabela que era a nossa meta. Deu para perceber que se o carro de origem faz isto, quando estiver preparado vai dar algumas dores de cabeça a quem por lá anda há já algum tempo...
Deixo-vos o video on-board da última PEC, num Clio de um espanhol que por lá andou e bem penso que foi o 9º da geral:
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On segunda-feira, 31 de maio de 2010
Entre os dias 9 e 11 de Abril de 2010 decorreu mais uma edição do Rallye Verde Pino, depois da nossa prestação do ano passado a expectativa era mais elevada e mais algumas atenções recaiam sobre o Abarth 500 Essesse que levávamos este ano.
Fizemos algumas alterações ao 500 essencialmente ao nível do peso, onde retiramos tudo o que não fazia falta lá dentro e uma vez que este Abarth 500 irá ser preparado para fazer o Campeonato Open de Ralis de 2011 (depois contarei tudo sobre este projecto noutro post), também não fazia mal, mas confesso que me custou um bocadinho ver um carro novinho em folha a ser completamente desmontado...
(desculpem a qualidade da foto)
Para além disto montamos o Kit Essesse no carro e desta vez não quisemos ficar atrás em termos de pneus face a concorrência por isso montamos uns Toyo R888 Proxes (era proibido levar slicks).
O Nuno Pires fez-nos uma reprogramação do carro que nos permitiu conseguir atingir os 166cv e melhorar o comportamento do carro principalmente nos regimes mais baixos, aumentando também ligeiramente a pressão de turbo.
Nesta edição sabíamos que a concorrência ia ser mais forte, até porque o numero de inscritos era quase o dobro (cerca de 100), mas tínhamos como objectivo melhorar a classificação de 2009 e tentar entrar no Top 5.
Na primeira especial no Kartódromo de Leiria (Milagres) fizemos o 1º lugar... algo que nem eu, nem o Pedro (navegador) esperávamos, partimos no dia seguinte um bocadinho inchados e depois de ouvirmos os parabéns da comitiva lá começamos o rali propriamente dito.
Conseguimos fazer sempre boas classificações nas PEC tendo conseguido ficar em 2º no Caramulo e 4º em Santa Marta e no Kartódromo de Baltar.
Resultado final um excelente 3º lugar, com um Porsche 996 em 1º e um Porsche 997 GT3 em 2º, em 4º ficou também um Porsche 996 conduzido pelo sempre divertido Jorge Diniz.
Depois desta prova, ficámos com a nítida sensação que o Abarth 500 é uma viatura que será extremamente competitiva nos ralis e que para o ano já com outra preparação o nosso objectivo terá de ser o 1º lugar no Verde Pino...
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On domingo, 30 de maio de 2010
Em Maio de 2009 recebi um telefonema do Pedro Alves amigo e colega de profissão, que me desafiou a participar naquele que seria o regresso do Rallye Verde Pino.
Esta prova que marcou o panorama dos ralis de clássicos durante anos em Portugal, estava de volta e num formato inovador e promissor, com passagens pelas rampas de Figueiró dos Vinhos, Caramulo e Murça, kartódromos como o de Milagres ou de Baltar e ainda o Circuito Vasco Sameiro em Braga.
Fazia-se duas passagens em cada uma das rampas, sendo que a primeira subida era o tempo de referencia, e tinha que se tentar fazer o mesmo tempo na segunda subida, nos kartódromos e no Vasco Sameiro a historia repetia-se sendo que eram três o numero de voltas.
O carro escolhido foi um Abarth 500 Essesse 1.4 Turbo 16v com 160cv, completamente original, o navegador um amigo de infância o Pedro Rodrigues (experiência de ambos = zero)
Num percurso total de cerca de 700 Kms em que andamos tão depressa nas PEC's como nas ligações, o resultado final foi animador tendo conseguido o 7º lugar final de entre 58 inscritos e sendo o carro de mais baixa cilindrada melhor classificado.
Esta prova foi a minha iniciação no desporto automóvel...
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